segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

NÃO GASTE DINHEIRO QUE AINDA NÃO TEM



Um dos maiores erros que as pessoas cometem é o de gastar o dinheiro que ainda não possuem. Sabe aquele ditado "contar com o ovo no rabo da galinha"? É exatamente isso que muitos fazem. E quantos caem num buraco sem fim justamente porque gastam "achando" que vão ter dinheiro pra pagar, mesmo sem parar para analisar se isso será mesmo possível?
Um erro muito comum para quem usa o cartão de crédito é achar que o limite do cartão pode ser usado em sua totalidade, esquecendo que o verdadeiro limite a ser considerado é o seu saldo bancário e não o "poder de compra" do cartão, afinal, é certo que o boleto virá para ser pago adiante e a empresa do cartão não está nem aí se você tem dinheiro ou não pra pagar. Aliás, se você pagar o mínimo será ainda melhor, afinal essa dívida crescerá assustadoramente... e aí você estará no caminho certo para o fundo do poço.
Então fique sempre esperto(a)!
Não gaste o que não tem.
Antes de comprar alguma coisa, pense sempre:
  • Eu realmente preciso disso?
  • Se preciso, tem mesmo que ser agora?
  • Eu tenho dinheiro para pagar isso a vista?
  • Se eu comprar parcelado, o que eu já tenho de dívidas, se somado a esta nova compra, pode arruinar meu lado financeiro?
É isso. A educação financeira não veio para transformar tudo mundo em pessoas avarentas, muquiranas, que não curtem as coisas boas da vida, muito pelo contrário, o que nós, educadores queremos é que todos possam curtir a vida, sem se arrepender logo em seguida ou logo que o correio entrega as faturas.
Boa sorte!
Sandro Mattos - Educador Financeiro Comportamental

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Em qual destes 3 perfis você se enquadra hoje?



Faça seu teste de perfil financeiro gratuitamente no link http://prosperidadepessoalefinanceira...

Se inscreva no canal
Compartilhe o vídeo 
Clique no sino pra receber notificações de novos vídeos 

Conheça nosso blog http://prosperidadepessoalefinanceira...

Fanpage http://facebook.com/prosperidadepesso...

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Autoestima

Como o próprio nome sugere, autoestima diz respeito a essa autoavaliação, ao juízo que fazemos de nós mesmos e se, como resultado disso, sentimo-nos bem ou não conosco mesmos.

A autoestima envolve o auto-respeito, a autoconfiança, a certeza do próprio valor, o bem-querer a si mesmo.

Normalmente, ouvimos os termos baixa autoestima e autoestima elevada, simbolizando os dois extremos bastante comuns.

A baixa autoestima é produto do Eu não valho nada; Não sou ninguém; Pior do que eu, só eu; num processo de desvalorização sistemática em grande parte das situações da vida.

São vítimas constantes, que não conseguem enxergar seu valor, que se desmerecem em toda e qualquer situação. Depreciam-se sempre que têm oportunidade.

Não toleram sua imagem no espelho, sua voz, sua fotografia. Nunca estão satisfeitas com seu corpo. Então, se escondem ou criam mecanismos de mascarar o que acreditam ser horrível mostrar.

Nas relações amorosas frustram-se facilmente, pois não se acham merecedoras do amor do outro e acabam por autoboicotarem-se ou mesmo sabotarem qualquer relacionamento que pareça saudável.

A segunda, a autoestima elevada, fruto do Eu sou o máximo; Melhor do que eu, só eu! Um orgulho exacerbado, uma superioridade agressiva e que chega a extremos de provocar irritação nos outros.

Aparentam se amarem muito, porém, tudo fica nas aparências, pois querem mais parecer do que ser. Usam demais a palavra eu. Eu fiz, eu sei, eu fui. Falam de si, ouvem pouco.

Chegam a dizer ou pensar, muitas vezes: Eu não preciso de ninguém. Eu me basto.

Ambos os casos mostram claramente visões distorcidas da realidade. Os primeiros estão enfermos. E os segundos, também.

Qual o caminho, então, para se construir uma boa autoestima?

Primeiro, o autoconhecimento. Se em ambos os casos nos deparamos com visões falsas, deformadas do eu, é fundamental que tomemos consciência de quem realmente somos, e ainda, de como estamos atualmente em nossa caminhada evolutiva.

Tomemos consciência de nossa realidade, sem máscaras, sem distorções, sem reduções ou amplificações. Não sejamos cruéis nesta autoavaliação nem permissivos. Nenhum dos extremos nos serve.

Depois de conhecer um pouco melhor nosso real estado, passamos para o segundo estágio: a aceitação.

Precisamos nos aceitar como somos, ou melhor, como estamos, pois somos obra em movimento, em construção. Aceitemo-nos com nossas sombras, com nossas falhas, e não deixemos de perceber o quanto de luz emitimos.

Se em algum momento a autoavaliação está nos fazendo enxergar apenas sombras ou, no outro extremo, não vê-las, voltemos ao início e recomecemos o processo, pois a visão ainda está distorcida.

Somos uma coleção de conquistas, de histórias, de vitórias. As derrotas serviram para nos fazer aprender, nos deixar mais fortes e melhor vencer. Nunca nos deixemos medir apenas pelo que nos falta conseguir.

Uma boa autoestima determina tudo em nossa vida: desde a disposição para acordar todo dia, passando pelo tipo de relação que construímos com os outros, que tipo de pessoas atraímos para nosso convívio, até a saúde de nosso corpo físico ao longo da existência terrestre.
Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.

Em 16.11.2017.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Feirão Limpa Nome 2017 do Serasa

Resultado de imagem para feirão lim pa nomeO SERASA Experian lançou ontem, dia 06 de novembro, o FEIRÃO LIMPA NOME de 2017.

Se você está entre os mais de 60 milhões de inadimplentes do Brasil, é uma grande oportunidade para negociar suas dívidas com bancos, empresas de telefonia, cartões de crédito, varejistas e outros parceiros do projeto.

O desconto pode ultrapassar os 80%, por isso corra enquanto há tempo, porém, tome muito cuidado. Não faça qualquer negociação que não caiba dentro do seu orçamento (ver vídeo postado no nosso canal do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=fO0WY_jwkhc&t=21s).

O feirão de 2017 é totalmente realizado on-line e pode ser acessado pelo link https://www.serasaconsumidor.com.br/feirao/ e vai até o dia 30 de novembro.

Boa sorte!

Sandro Mattos
Educador Financeiro

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS CHEGA A 86 MIL ALUNOS NO BRASIL

“Há quem pense que as crianças não têm discernimento para lidar com finanças”, relata o mentor da Metodologia DSOP e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros), Reinaldo Domingos. “Porém, notamos que com 4, 5 ou 6 anos elas já reconhecem o dinheiro como um meio para realizar sonhos. Isso nos faz acreditar em uma nova geração de pessoas independentes financeiramente, mais realizadas e felizes”.
A educação financeira não se restringe apenas aos alunos. Os professores são capacitados para dominar e então disseminar o tema, e também os pais/responsáveis assistem palestras e têm acesso a cursos online gratuitos. Dessa forma, a mudança comportamental é trabalhada em toda a comunidade.

Famílias são beneficiadas

É especialmente por conta dos resultados positivos sentidos nos lares que vem crescendo o número de escolas em todo o país que adotam o Programa DSOP Educação Financeira nas Escolas e Famílias. 100% das crianças e jovens que recebem educação financeira na escola participam das discussões relacionadas às finanças da família em casa.
Esse é um dos dados da 1ª Pesquisa de Educação Financeira nas Escolas, realizada em parceria entre o Instituto de Economia da UNICAMP, por seu Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia (NEIT), o Instituto Axxus e a Abefin.
Ela também aponta que a grande maioria (71%) dos alunos que têm aulas sobre o tema nas escolas ajudam os pais a fazerem compras conscientes. A pesquisa foi realizada com 750 pais/responsáveis de cinco capitais brasileiras: Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Vitória.

Fonte: DSOP

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Nova queda da Selic. Onde investir?

O Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu, novamente, a taxa da Selic (taxa básica de juros  que regulamenta praticamente todo o sistema financeiro do país) na última quinta-feira.
Agora a mesma está em 7,5% ao ano.

O que isso impacta nos investimentos, especialmente os de renda fixa?

A maioria dos investimentos de renda fixa são atrelados à taxa da Selic (Poupança, Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, Fundos de investimento...).

Com excessão da poupança, os demais terão uma diminuição da lucratividade, justamente porque a taxa caiu, porém, estes continuam ainda valendo à pena, em relação à Caderneta de Poupança, que, pela regra vigente desde 2012, toda vez que a Selic cair abaixo dos 85%, pagará 70% do percentual.

Procure investimentos que te paguem pelo menos 92% do CDI, que é muito próximo à Selic. Existem instituições que pagam, dependendo da relação  "valor x tempo", taxas que chegam a até 115% do CDI. 

Fique ligado(a), pois novas quedas estão previstas ainda neste ano!

Independente da situação, o importante é manter o costume de ter sempre parte do seu rendimento poupado e investido.

Boa sorte!

Sandro Mattos 
Educador Financeiro