terça-feira, 22 de agosto de 2017

Bancos aprovam novas regras para negociação de dívidas

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Logo FEBRABANTratamento ao consumidor adimplente com endividamento excessivo e para casos especiais de inadimplência estão entre as abordagens inovadoras do normativo de autorregulação

Os bancos seguirão regras novas e padronizadas para a negociação de dívidas, trazendo inovação para o tratamento de casos de consumidores adimplentes – aqueles que ainda estão pagando suas dívidas, porém, com índice alto de endividamento - e de inadimplência causada por eventos especiais. As novas regras e diretrizes, aprovadas na quinta-feira (10) pelo Conselho de Autorregulação Bancária da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos,  também vão ampliar a transparência sobre os canais oferecidos para negociação de dívidas e ainda facilitar o acesso a informações sobre a evolução da dívida e prazo para retirada do nome do consumidor dos cadastros de inadimplentes.

Para o diretor de autorregulação da FEBRABAN, Amaury Oliva, com a iniciativa, o setor bancário enfrenta de forma proativa um tema sensível e atual, evitando que os conflitos cheguem aos órgãos de defesa do consumidor e à Justiça. “As novas regras pactuadas pelos bancos para negociação de dívidas, aliadas às já existentes políticas de crédito responsável, contribuirão para a construção de confiança nas relações de consumo e para o resgate da capacidade financeira do consumidor”, destaca o executivo.

As novas regras de autorregulação, que entram em vigor dentro de 180 dias, tiveram como premissa de sua redação os princípios da boa-fé, transparência e liberdade de negociação, por meio dos quais banco e consumidor buscam, de comum acordo, uma forma sustentável para o pagamento das dívidas. Atualmente fazem parte do Sistema de Autorregulação 18 instituições financeiras, que representam mais de 90% do setor.

Segundo Oliva, junto ao normativo de Crédito Responsável, o novo texto tem por objetivo contribuir para a reestruturação financeira do consumidor, além do equilíbrio e do bom funcionamento das relações bancárias e de consumo e o progressivo aprimoramento da qualidade dos serviços.

Clientes adimplentes

O normativo inova ao tratar do consumidor adimplente – aquele que, embora esteja pagando regularmente suas dívidas, está em um nível de endividamento comprovadamente excessivo.
A fim de se evitar a situação de inadimplência, os bancos terão políticas de monitoramento dos consumidores endividados, com a adoção de medidas ativas e preventivas, além de ações voltadas a orientação financeira.

Outro aspecto inovador é o atendimento especial a alguns casos de dívidas causadas por desemprego, morte, doença grave ou divórcio. Serão oferecidas propostas específicas para reestruturação das dívidas, com parcelamentos e liquidações antecipadas, além de outros produtos disponíveis.

Respeitando a política de crédito de cada banco, na negociação de dívidas com o consumidor será sempre considerada a sustentabilidade do acordo, buscando contemplar a totalidade dos débitos existentes sempre que possível. Quando não for, o cliente receberá todas as informações sobre quais dívidas estão sendo objeto da negociação e quais valores ou contratos permanecerão pendentes, com a indicação da forma e canais para negociá-los e informação quanto às consequências do não pagamento.

“Este normativo de autorregulação já nasce alinhado a boas práticas e diretrizes internacionais de crédito responsável e de adequação ao perfil do consumidor, e representa o empenho do setor bancário em enfrentar um tema atual e complexo”, completou Oliva.

A íntegra do normativo 018/2017 está disponível neste link:
http://cms.autorregulacaobancaria.com.br/Arquivos/documentos/PDF/Normativo%20de%20Negocia%C3%A7%C3%A3o%20de%20D%C3%ADvidas%20VF%2010082017.pdf  

Sobre o SARB

O Sistema de Autorregulação Bancária é um conjunto de normas criadas pelo próprio setor com o propósito de contribuir para um ambiente que permita aos bancos atuar de forma ainda mais eficaz, clara e transparente, em benefício do segmento, dos consumidores e da sociedade como um todo.

Desde sua implementação, o sistema vem crescendo e diversificando as áreas temáticas tratadas em seus normativos, com resoluções e regras formais para o relacionamento com os consumidores. 

Atualmente, há 18 normativos, todos eles disponíveis na íntegra no portal www.autorregulacaobancaria.com.br.


São signatárias do SARB as seguintes instituições: Banco ABC Brasil, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco Original, Banco Safra, Banco Toyota, Banco Volkswagen, Banco Votorantim, Banpará, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, China Construction Bank , Itaú Unibanco, Mercantil do Brasil, Santander e Sicredi.

Fonte: Site Conte  Aqui (Febraban - notícia do dia 14/08/17)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

A Selic caiu. Muda alguma coisa?

Juros cairam novamente. O que fazer?

No último dia 26 de julho o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou nova queda na taxa básica de juros (Selic). A taxa caiu de 10,25% para 9,25%, a menor em quatro anos.
Para quem investe em renda fixa, como CDB e Tesouro Direto, essa taxa ainda está acima do índice aplicado na caderneta de poupança, embora essa diferença esteja diminuindo a cada queda na Selic.
Essa mudança também altera a situação de quem deve, porque os juros cobrados precisam ser reajustados para o padrão atual. Se seu credor não fizer isso automaticamente, portanto, negocie.
É importante salientar que a Selic tende a continuar caindo de forma gradativa, sendo que alguns especialistas acreditam que até o final de 2017 ela possa ficar entre 8% e 7,25%.
Vamos aguardar

Lembro sempre que, independente da situação econômica do país, sua vida financeira depende da sua ação em querer controlá-la de forma a deixá-la sustentável.
Não perca mais tempo!
Comece isso ainda hoje!

Sandro Mattos
Educador Financeiro
Prosperidade Pessoal e Financeira

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

6 passos para gastar menos do que ganha, não importa o seu salário

Gastar menos do que ganha parece uma tarefa simples, mas exige mudanças comportamentais imediatas para que não falte dinheiro no decorrer do mês e, ainda, uma parte seja separada para investir.
O presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros), Reinaldo Domingos, dá cinco dicas para começar a organizar o orçamento para gastar menos do que a renda mensal e programar investimentos. Veja:

1- Reveja seu padrão de vida

Se as contas não estão fechando, é hora de repensar totalmente as suas finanças e repensar o seu padrão de vida. Cortar gastos é uma atitude necessária para ganhar fôlego. “Pode parecer difícil, mas é fundamental observar que não é sustentável viver uma realidade que não é a sua”, afirma Domingos.

2- Analise os pequenos gastos

É importante ficar atento aos pequenos gastos. Despesas e compras feitas de forma desordenada acabam se tornando grandes ralos por onde escoam as economias. Em média, 25% dos gastos mensais são supérfluos e/ou desnecessários, de acordo com o educador financeiro. “As pessoas sempre dizem que não têm mais de onde reduzir os gastos, mas, ao fazer uma boa análise, observam que é possível”, acrescenta.

3- Faça um diagnóstico financeiro

Para identificar os gastos extras é preciso fazer um diagnóstico da vida financeira por 30 dias, anotando tudo o que gasta, separando por tipo de despesa, incluindo cafezinhos e gorjetas. Assim, verá uma realidade muito diferente da que imagina.
“Ressalto que não se deve virar escravo dessa anotação, pois, quando vira rotina, perde a eficácia”, afirma o educador financeiro.

4- Priorize seus sonhos

Muitas pessoas deixam para poupar para os seus objetivos quando – e se – sobrar algum dinheiro no final do mês. Se estiver fazendo dessa forma, dificilmente conseguirá conquistar seus sonhos no momento planejado.
“Recomendo que, a partir de agora, mude o modelo mental relacionado a forma de fazer um orçamento financeiro. É chegada a hora de priorizar aquilo que realmente importa, os sonhos e as metas pessoais e familiares”, aconselha Domingos. Para colher resultados diferentes é preciso agir diferente, mudar atitudes e hábitos.

5- Pratique um orçamento diferente

Observe como funciona o seu orçamento hoje. A maioria das pessoas faz a seguinte conta: ganhos (-) gastos = lucro/prejuízo. “Não adianta esperar que, assim, sobre algum dinheiro ao final do mês para poupar”. As pessoas têm a tendência de gastar enquanto tiver dinheiro. É natural, mas é algo que tende a levar à frustração por não conseguir realizar os sonhos.
O especialista apresenta um novo cálculo: ganhos (-) sonhos (-) gastos. Dessa forma, não há lucro ou prejuízo, as contas batem e você estará priorizando seus objetivos e ajustando seu padrão de vida ao valor que sobrar.
Para isso, logo que receber o salário, já se deve retirar a quantia mensal necessária para a realização do sonho, colocando esse dinheiro na melhor opção de investimento de acordo com o prazo desse objetivo.

6- Pense no curto, médio e longo prazo

É importante que tenha pelo menos três sonhos ao mesmo tempo: um de curto prazo (a ser realizado em 2017 – ou nos próximos 12 meses – para adultos e no próximo mês para crianças), outro de médio prazo (entre um e 10 anos para adultos e entre um e seis meses para crianças) e um de longo prazo (a ser realizado a partir de 10 anos para adultos e a partir de seis meses para crianças).
“Veja que é muito mais uma questão de mudança de comportamento do que saber fazer contas ou ter que se privar de algo. Quando temos metas bem definidas em nossas vidas, poupar não se torna um martírio e sim um estilo de vida, que levará a muito mais realizações e conquistas”, afirma o educador financeiro.

Baixe um e-book gratuito sobre este tema no link http://info.dsop.com.br/ebook-comogas...

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Pare de fumar. Pela sua saúde e pelo seu bolso.

Resultado de imagem para pare de fumarO tabagismo é um problema mundial que traz enormes transtornos para a saúde pública e um grave impacto negativo economicamente falando.
Só no Brasil, estudos apontam que o governo apresenta um prejuízo financeiro que gira em torno de 56,9 bilhões de reais, sendo R$ 39,4 bilhões com custos médicos diretos e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos, decorrentes da perda de produtividade, provocadas por morte prematura ou por incapacitação de trabalhadores.
Em 2015, o País arrecadou R$ 12,9 bilhões em impostos com a venda de cigarros, ou seja, a receita não cobriu as despesas, causando um saldo negativo de aproximadamente R$ 44 bilhões — quando se subtrai os gastos da saúde em relação aos valores arrecadados.
Vendo esses números, podemos imaginar o que poderia ser feito em benefício da sociedade com esse dinheiro? 
Agora, você fumante, já parou pra pensar quanto o cigarro custa ao longo da sua vida?
Quando levamos esse problema financeiro para o fumante, demonstramos na tabela abaixo, o quanto de dinheiro é desperdiçado para manter esse vício, sem levar em conta os futuros prejuízos  causados pro possíveis problemas de saúde e quanto esse dinheiro renderia se estivesse aplicado visando seu crescimento.
Para os cálculo abaixo, consideramos um preço médio de R$ 7,50 por maço de cigarro, já que os preços variam de R$ 6,50 a R$ 9,00 (em SP).


Consumo por dia
      dia
 semana
 mês
 ano
10 anos
20 anos
 40 anos
 1 cigarro
          0,38
          2,63
        11,25
         136,88
       1.368,75
       2.737,50
       5.475,00
 1/4 maço (5 cigarros)
          1,88
        13,13
        56,25
         684,38
       6.843,75
     13.687,50
     27.375,00
 meio maço  por dia (10 cigarros)
          3,75
        26,25
     112,50
     1.368,75
     13.687,50
     27.375,00
     54.750,00
um maço (20 cigarros)
          7,50
        52,50
     225,00
     2.737,50
     27.375,00
     54.750,00
   109.500,00
 um maço e meio (30 cigarros)
        11,25
        78,75
     337,50
     4.106,25
     41.062,50
     82.125,00
   164.250,00
 dois maços (40 cigarros)
        15,00
     105,00
     450,00
     5.475,00
     54.750,00
   109.500,00
   219.000,00
 três maços (60 cigarros)
        22,50
     157,50
     675,00
     8.212,50
     82.125,00
   164.250,00
   328.500,00
 quatro maços (80 cigarros)
        30,00
     210,00
     900,00
   10.950,00
   109.500,00
   219.000,00
   438.000,00


·         Planilha criada por Sandro Mattos – Prosperidade Pessoal e Financeira

Note que uma pessoa que fuma um maço de cigarro por dia, gasta ao longo de um ano, o montante de R$ 2.737,50, o que daria pra fazer, tranquilamente, uma gostosa viagem de férias, ou quem  sabe, comprar um notebook, um celular ou uma TV Smart.
Para quem fuma dois maços, ao longo de 5 anos daria pra comprar um carro semi-novo a vista.
Bom, a intenção da tabela é mostrar que o cigarro, além de diminuir sua vida biologicamente falando, ainda queima seus sonhos e seu futuro financeiro.

Além disso, parando de fumar, você ainda tem benefícios como:

• após 20 minutos sua pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal
• após 2 horas não tem mais nicotina no seu sangue
• após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se normaliza
• após 2 dias seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar já degusta a comida melhor
• após 3 semanas a respiração fica mais fácil e a circulação melhora
• após 5 A 10 anos o risco de sofrer infarto será igual ao de quem nunca fumou

Por isso, é importante parar um momento e refletir: “Será que vale à pena continuar fumando”?
Eu, particularmente acho que não. Mas cada um sabe o valor da sua vida e de seus sonhos.
Pare enquanto é tempo. Dê um basta nisso agora mesmo.
Quem não fuma,  curte mais a vida e se tiver educação financeira então, melhor ainda.

Boa sorte!

Sandro da Costa Mattos
Educador Financeiro


terça-feira, 1 de agosto de 2017

Papo de Valor - Feat Reinaldo Domingos



Neste primeiro vídeo do Quadro PAPO DE VALOR, o educador financeiro Sandro Mattos conversa com Reinaldo Domingos, mentor da metodologia DSOP, presidente da ABEFIN e apresentador do canal Dinheiro a Vista.

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Contato (11) 96852-8430

Este é o canal que foi criado pra te ajudar e construir a sua PROSPERIDADE PESSOAL E FINANCEIRA

Paz, luz, saúde e prosperidade!
Sucesso!

Sandro Mattos