segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

NÃO GASTE DINHEIRO QUE AINDA NÃO TEM



Um dos maiores erros que as pessoas cometem é o de gastar o dinheiro que ainda não possuem. Sabe aquele ditado "contar com o ovo no rabo da galinha"? É exatamente isso que muitos fazem. E quantos caem num buraco sem fim justamente porque gastam "achando" que vão ter dinheiro pra pagar, mesmo sem parar para analisar se isso será mesmo possível?
Um erro muito comum para quem usa o cartão de crédito é achar que o limite do cartão pode ser usado em sua totalidade, esquecendo que o verdadeiro limite a ser considerado é o seu saldo bancário e não o "poder de compra" do cartão, afinal, é certo que o boleto virá para ser pago adiante e a empresa do cartão não está nem aí se você tem dinheiro ou não pra pagar. Aliás, se você pagar o mínimo será ainda melhor, afinal essa dívida crescerá assustadoramente... e aí você estará no caminho certo para o fundo do poço.
Então fique sempre esperto(a)!
Não gaste o que não tem.
Antes de comprar alguma coisa, pense sempre:
  • Eu realmente preciso disso?
  • Se preciso, tem mesmo que ser agora?
  • Eu tenho dinheiro para pagar isso a vista?
  • Se eu comprar parcelado, o que eu já tenho de dívidas, se somado a esta nova compra, pode arruinar meu lado financeiro?
É isso. A educação financeira não veio para transformar tudo mundo em pessoas avarentas, muquiranas, que não curtem as coisas boas da vida, muito pelo contrário, o que nós, educadores queremos é que todos possam curtir a vida, sem se arrepender logo em seguida ou logo que o correio entrega as faturas.
Boa sorte!
Sandro Mattos - Educador Financeiro Comportamental

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Em qual destes 3 perfis você se enquadra hoje?



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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Autoestima

Como o próprio nome sugere, autoestima diz respeito a essa autoavaliação, ao juízo que fazemos de nós mesmos e se, como resultado disso, sentimo-nos bem ou não conosco mesmos.

A autoestima envolve o auto-respeito, a autoconfiança, a certeza do próprio valor, o bem-querer a si mesmo.

Normalmente, ouvimos os termos baixa autoestima e autoestima elevada, simbolizando os dois extremos bastante comuns.

A baixa autoestima é produto do Eu não valho nada; Não sou ninguém; Pior do que eu, só eu; num processo de desvalorização sistemática em grande parte das situações da vida.

São vítimas constantes, que não conseguem enxergar seu valor, que se desmerecem em toda e qualquer situação. Depreciam-se sempre que têm oportunidade.

Não toleram sua imagem no espelho, sua voz, sua fotografia. Nunca estão satisfeitas com seu corpo. Então, se escondem ou criam mecanismos de mascarar o que acreditam ser horrível mostrar.

Nas relações amorosas frustram-se facilmente, pois não se acham merecedoras do amor do outro e acabam por autoboicotarem-se ou mesmo sabotarem qualquer relacionamento que pareça saudável.

A segunda, a autoestima elevada, fruto do Eu sou o máximo; Melhor do que eu, só eu! Um orgulho exacerbado, uma superioridade agressiva e que chega a extremos de provocar irritação nos outros.

Aparentam se amarem muito, porém, tudo fica nas aparências, pois querem mais parecer do que ser. Usam demais a palavra eu. Eu fiz, eu sei, eu fui. Falam de si, ouvem pouco.

Chegam a dizer ou pensar, muitas vezes: Eu não preciso de ninguém. Eu me basto.

Ambos os casos mostram claramente visões distorcidas da realidade. Os primeiros estão enfermos. E os segundos, também.

Qual o caminho, então, para se construir uma boa autoestima?

Primeiro, o autoconhecimento. Se em ambos os casos nos deparamos com visões falsas, deformadas do eu, é fundamental que tomemos consciência de quem realmente somos, e ainda, de como estamos atualmente em nossa caminhada evolutiva.

Tomemos consciência de nossa realidade, sem máscaras, sem distorções, sem reduções ou amplificações. Não sejamos cruéis nesta autoavaliação nem permissivos. Nenhum dos extremos nos serve.

Depois de conhecer um pouco melhor nosso real estado, passamos para o segundo estágio: a aceitação.

Precisamos nos aceitar como somos, ou melhor, como estamos, pois somos obra em movimento, em construção. Aceitemo-nos com nossas sombras, com nossas falhas, e não deixemos de perceber o quanto de luz emitimos.

Se em algum momento a autoavaliação está nos fazendo enxergar apenas sombras ou, no outro extremo, não vê-las, voltemos ao início e recomecemos o processo, pois a visão ainda está distorcida.

Somos uma coleção de conquistas, de histórias, de vitórias. As derrotas serviram para nos fazer aprender, nos deixar mais fortes e melhor vencer. Nunca nos deixemos medir apenas pelo que nos falta conseguir.

Uma boa autoestima determina tudo em nossa vida: desde a disposição para acordar todo dia, passando pelo tipo de relação que construímos com os outros, que tipo de pessoas atraímos para nosso convívio, até a saúde de nosso corpo físico ao longo da existência terrestre.
Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita.

Em 16.11.2017.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Feirão Limpa Nome 2017 do Serasa

Resultado de imagem para feirão lim pa nomeO SERASA Experian lançou ontem, dia 06 de novembro, o FEIRÃO LIMPA NOME de 2017.

Se você está entre os mais de 60 milhões de inadimplentes do Brasil, é uma grande oportunidade para negociar suas dívidas com bancos, empresas de telefonia, cartões de crédito, varejistas e outros parceiros do projeto.

O desconto pode ultrapassar os 80%, por isso corra enquanto há tempo, porém, tome muito cuidado. Não faça qualquer negociação que não caiba dentro do seu orçamento (ver vídeo postado no nosso canal do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=fO0WY_jwkhc&t=21s).

O feirão de 2017 é totalmente realizado on-line e pode ser acessado pelo link https://www.serasaconsumidor.com.br/feirao/ e vai até o dia 30 de novembro.

Boa sorte!

Sandro Mattos
Educador Financeiro

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS CHEGA A 86 MIL ALUNOS NO BRASIL

“Há quem pense que as crianças não têm discernimento para lidar com finanças”, relata o mentor da Metodologia DSOP e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros), Reinaldo Domingos. “Porém, notamos que com 4, 5 ou 6 anos elas já reconhecem o dinheiro como um meio para realizar sonhos. Isso nos faz acreditar em uma nova geração de pessoas independentes financeiramente, mais realizadas e felizes”.
A educação financeira não se restringe apenas aos alunos. Os professores são capacitados para dominar e então disseminar o tema, e também os pais/responsáveis assistem palestras e têm acesso a cursos online gratuitos. Dessa forma, a mudança comportamental é trabalhada em toda a comunidade.

Famílias são beneficiadas

É especialmente por conta dos resultados positivos sentidos nos lares que vem crescendo o número de escolas em todo o país que adotam o Programa DSOP Educação Financeira nas Escolas e Famílias. 100% das crianças e jovens que recebem educação financeira na escola participam das discussões relacionadas às finanças da família em casa.
Esse é um dos dados da 1ª Pesquisa de Educação Financeira nas Escolas, realizada em parceria entre o Instituto de Economia da UNICAMP, por seu Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia (NEIT), o Instituto Axxus e a Abefin.
Ela também aponta que a grande maioria (71%) dos alunos que têm aulas sobre o tema nas escolas ajudam os pais a fazerem compras conscientes. A pesquisa foi realizada com 750 pais/responsáveis de cinco capitais brasileiras: Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Vitória.

Fonte: DSOP

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Nova queda da Selic. Onde investir?

O Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu, novamente, a taxa da Selic (taxa básica de juros  que regulamenta praticamente todo o sistema financeiro do país) na última quinta-feira.
Agora a mesma está em 7,5% ao ano.

O que isso impacta nos investimentos, especialmente os de renda fixa?

A maioria dos investimentos de renda fixa são atrelados à taxa da Selic (Poupança, Tesouro Direto, CDB, LCI, LCA, Fundos de investimento...).

Com excessão da poupança, os demais terão uma diminuição da lucratividade, justamente porque a taxa caiu, porém, estes continuam ainda valendo à pena, em relação à Caderneta de Poupança, que, pela regra vigente desde 2012, toda vez que a Selic cair abaixo dos 85%, pagará 70% do percentual.

Procure investimentos que te paguem pelo menos 92% do CDI, que é muito próximo à Selic. Existem instituições que pagam, dependendo da relação  "valor x tempo", taxas que chegam a até 115% do CDI. 

Fique ligado(a), pois novas quedas estão previstas ainda neste ano!

Independente da situação, o importante é manter o costume de ter sempre parte do seu rendimento poupado e investido.

Boa sorte!

Sandro Mattos 
Educador Financeiro

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Porque muitas empresas quebram?

Novo vídeo do canal Prosperidade Pessoal e Financeira 

"Porque muitas empresas quebram?" - por Sandro Mattos

Assista, compartilhe, se inscreva no canal e clique no sininho para receber as notificaçõe de novos vídeos

Infográfico que mostra a importância da educação financeira nas empresas


Meus amigos empreendedores e gestores de Recursos Humanos de empresas, assistam esse infográfico da importância da educação financeira para colaboradores nas empresas!
E sua empresa ainda não investe em programas de educação financeira? E sua aposentadoria como está sendo construída? 
E os inadimplentes como ajuda-los? 
Vale a pena assistir e compartilhar! 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Inadimplência do consumidor cai 7,1% em setembro ante agosto

Em relação a igual mês de 2016, a retração foi de 12,1%, segundo a Boa Vista SCPC

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Thaís Barcellos, do Estadão Conteúdo

São Paulo – A inadimplência do consumidor caiu 7,1% em setembro na comparação com agosto na série com ajuste sazonal, informou a Boa Vista SCPC nesta quinta-feira, dia 5. Em relação a igual mês de 2016, a retração foi de 12,1%. O indicador também apresenta recuo no acumulado do ano (-2%) e em 12 meses (-2,6%).
Na divisão por regiões, na margem, a maior queda na inadimplência do consumidor foi registrada no Sudeste, de 7,5%. O Nordeste mostrou redução de 6,9%, o Centro-Oeste, de 6,7%, enquanto no Sul, o recuo foi de 6,2% e, no Norte, de 6%.
A Boa Vista SCPC argumenta que a crise econômica inibiu o consumo e, consequentemente, a inadimplência do consumidor. Assim, a empresa projeta que o estoque de inadimplência deve ficar estável neste ano. 
“Mantendo a perspectiva de pequeno crescimento da economia e da renda, juros menores e inflação controlada, espera-se uma retomada sustentável da demanda de crédito, expandindo a renda disponível das famílias”, explica em nota.
Fonte: Exame - 05/10/17

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

O que você está fazendo por você?

A imagem pode conter: oceano, natureza e atividades ao ar livreO que você está fazendo por você? 
(Por Sandro Mattos)

Todos nós queremos crescer, no sentido figurado da palavra, em todos os campos e níveis que nos envolvemos. Ocorre que muitas vezes essa busca não é equilibrada como deveria ser. Esse desenvolvimento deve ser interno e externo. Deve atingir corpo, mente e espírito. Deve ser financeiro, familiar, profissional e de relacionamento social.
Ocorre que na maioria das vezes buscamos apenas um ponto desse pra "cair de cabeça", e esquecemos dos demais. Podemos até, num erro ainda maior, desconsiderar totalmente algum ou alguns desses pontos importantes para o equilíbrio do ser humano. Quando uma árvore cresce só para um lado, cedo ou tarde ela cairá ao chão.
E aí vem a pergunta: "O que você está fazendo por você?". Sim, porque somos todos como árvores. Temos raízes que nos sustentam nas horas de vendaval, somos podados de vez em quando, geramos frutos e até sementes. Mas sem equilíbrio, tudo cai por terra.
Então não esqueça de cuidar do seu espírito, do seu intelecto, da sua ética e moral, da sua família, do seu dinheiro, da sua saúde, das suas amizades, do seu trabalho e da natureza.
Viva a vida e curta os momentos felizes que lhe for proporcionado.
Paz, luz, saúde e prosperidade.
Sandro Mattos
28.09.2017

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Amor sem preço

Imagem relacionadaHavia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:
Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.
A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.
Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.
O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.

*   *   *

Nossos filhos são Espíritos que trazem suas virtudes e suas paixões inferiores de outras existências. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.
Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.
As ações são sempre mais fortes que as palavras.
Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.
Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.

*   *   *

É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.
Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.
É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.

Redação do Momento Espírita.

Em 1º.9.2017.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Leia sempre que puder


A leitura alimenta o cérebro e a alma. 
Conhecimento nunca é demais. 
Ler, peneirar e aproveitar o máximo possível do que se entende como bom e positivo: essa é a dica.
(Sandro Mattos)









terça-feira, 22 de agosto de 2017

Bancos aprovam novas regras para negociação de dívidas

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Logo FEBRABANTratamento ao consumidor adimplente com endividamento excessivo e para casos especiais de inadimplência estão entre as abordagens inovadoras do normativo de autorregulação

Os bancos seguirão regras novas e padronizadas para a negociação de dívidas, trazendo inovação para o tratamento de casos de consumidores adimplentes – aqueles que ainda estão pagando suas dívidas, porém, com índice alto de endividamento - e de inadimplência causada por eventos especiais. As novas regras e diretrizes, aprovadas na quinta-feira (10) pelo Conselho de Autorregulação Bancária da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos,  também vão ampliar a transparência sobre os canais oferecidos para negociação de dívidas e ainda facilitar o acesso a informações sobre a evolução da dívida e prazo para retirada do nome do consumidor dos cadastros de inadimplentes.

Para o diretor de autorregulação da FEBRABAN, Amaury Oliva, com a iniciativa, o setor bancário enfrenta de forma proativa um tema sensível e atual, evitando que os conflitos cheguem aos órgãos de defesa do consumidor e à Justiça. “As novas regras pactuadas pelos bancos para negociação de dívidas, aliadas às já existentes políticas de crédito responsável, contribuirão para a construção de confiança nas relações de consumo e para o resgate da capacidade financeira do consumidor”, destaca o executivo.

As novas regras de autorregulação, que entram em vigor dentro de 180 dias, tiveram como premissa de sua redação os princípios da boa-fé, transparência e liberdade de negociação, por meio dos quais banco e consumidor buscam, de comum acordo, uma forma sustentável para o pagamento das dívidas. Atualmente fazem parte do Sistema de Autorregulação 18 instituições financeiras, que representam mais de 90% do setor.

Segundo Oliva, junto ao normativo de Crédito Responsável, o novo texto tem por objetivo contribuir para a reestruturação financeira do consumidor, além do equilíbrio e do bom funcionamento das relações bancárias e de consumo e o progressivo aprimoramento da qualidade dos serviços.

Clientes adimplentes

O normativo inova ao tratar do consumidor adimplente – aquele que, embora esteja pagando regularmente suas dívidas, está em um nível de endividamento comprovadamente excessivo.
A fim de se evitar a situação de inadimplência, os bancos terão políticas de monitoramento dos consumidores endividados, com a adoção de medidas ativas e preventivas, além de ações voltadas a orientação financeira.

Outro aspecto inovador é o atendimento especial a alguns casos de dívidas causadas por desemprego, morte, doença grave ou divórcio. Serão oferecidas propostas específicas para reestruturação das dívidas, com parcelamentos e liquidações antecipadas, além de outros produtos disponíveis.

Respeitando a política de crédito de cada banco, na negociação de dívidas com o consumidor será sempre considerada a sustentabilidade do acordo, buscando contemplar a totalidade dos débitos existentes sempre que possível. Quando não for, o cliente receberá todas as informações sobre quais dívidas estão sendo objeto da negociação e quais valores ou contratos permanecerão pendentes, com a indicação da forma e canais para negociá-los e informação quanto às consequências do não pagamento.

“Este normativo de autorregulação já nasce alinhado a boas práticas e diretrizes internacionais de crédito responsável e de adequação ao perfil do consumidor, e representa o empenho do setor bancário em enfrentar um tema atual e complexo”, completou Oliva.

A íntegra do normativo 018/2017 está disponível neste link:
http://cms.autorregulacaobancaria.com.br/Arquivos/documentos/PDF/Normativo%20de%20Negocia%C3%A7%C3%A3o%20de%20D%C3%ADvidas%20VF%2010082017.pdf  

Sobre o SARB

O Sistema de Autorregulação Bancária é um conjunto de normas criadas pelo próprio setor com o propósito de contribuir para um ambiente que permita aos bancos atuar de forma ainda mais eficaz, clara e transparente, em benefício do segmento, dos consumidores e da sociedade como um todo.

Desde sua implementação, o sistema vem crescendo e diversificando as áreas temáticas tratadas em seus normativos, com resoluções e regras formais para o relacionamento com os consumidores. 

Atualmente, há 18 normativos, todos eles disponíveis na íntegra no portal www.autorregulacaobancaria.com.br.


São signatárias do SARB as seguintes instituições: Banco ABC Brasil, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco Original, Banco Safra, Banco Toyota, Banco Volkswagen, Banco Votorantim, Banpará, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, China Construction Bank , Itaú Unibanco, Mercantil do Brasil, Santander e Sicredi.

Fonte: Site Conte  Aqui (Febraban - notícia do dia 14/08/17)

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

A Selic caiu. Muda alguma coisa?

Juros cairam novamente. O que fazer?

No último dia 26 de julho o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou nova queda na taxa básica de juros (Selic). A taxa caiu de 10,25% para 9,25%, a menor em quatro anos.
Para quem investe em renda fixa, como CDB e Tesouro Direto, essa taxa ainda está acima do índice aplicado na caderneta de poupança, embora essa diferença esteja diminuindo a cada queda na Selic.
Essa mudança também altera a situação de quem deve, porque os juros cobrados precisam ser reajustados para o padrão atual. Se seu credor não fizer isso automaticamente, portanto, negocie.
É importante salientar que a Selic tende a continuar caindo de forma gradativa, sendo que alguns especialistas acreditam que até o final de 2017 ela possa ficar entre 8% e 7,25%.
Vamos aguardar

Lembro sempre que, independente da situação econômica do país, sua vida financeira depende da sua ação em querer controlá-la de forma a deixá-la sustentável.
Não perca mais tempo!
Comece isso ainda hoje!

Sandro Mattos
Educador Financeiro
Prosperidade Pessoal e Financeira

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

6 passos para gastar menos do que ganha, não importa o seu salário

Gastar menos do que ganha parece uma tarefa simples, mas exige mudanças comportamentais imediatas para que não falte dinheiro no decorrer do mês e, ainda, uma parte seja separada para investir.
O presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros), Reinaldo Domingos, dá cinco dicas para começar a organizar o orçamento para gastar menos do que a renda mensal e programar investimentos. Veja:

1- Reveja seu padrão de vida

Se as contas não estão fechando, é hora de repensar totalmente as suas finanças e repensar o seu padrão de vida. Cortar gastos é uma atitude necessária para ganhar fôlego. “Pode parecer difícil, mas é fundamental observar que não é sustentável viver uma realidade que não é a sua”, afirma Domingos.

2- Analise os pequenos gastos

É importante ficar atento aos pequenos gastos. Despesas e compras feitas de forma desordenada acabam se tornando grandes ralos por onde escoam as economias. Em média, 25% dos gastos mensais são supérfluos e/ou desnecessários, de acordo com o educador financeiro. “As pessoas sempre dizem que não têm mais de onde reduzir os gastos, mas, ao fazer uma boa análise, observam que é possível”, acrescenta.

3- Faça um diagnóstico financeiro

Para identificar os gastos extras é preciso fazer um diagnóstico da vida financeira por 30 dias, anotando tudo o que gasta, separando por tipo de despesa, incluindo cafezinhos e gorjetas. Assim, verá uma realidade muito diferente da que imagina.
“Ressalto que não se deve virar escravo dessa anotação, pois, quando vira rotina, perde a eficácia”, afirma o educador financeiro.

4- Priorize seus sonhos

Muitas pessoas deixam para poupar para os seus objetivos quando – e se – sobrar algum dinheiro no final do mês. Se estiver fazendo dessa forma, dificilmente conseguirá conquistar seus sonhos no momento planejado.
“Recomendo que, a partir de agora, mude o modelo mental relacionado a forma de fazer um orçamento financeiro. É chegada a hora de priorizar aquilo que realmente importa, os sonhos e as metas pessoais e familiares”, aconselha Domingos. Para colher resultados diferentes é preciso agir diferente, mudar atitudes e hábitos.

5- Pratique um orçamento diferente

Observe como funciona o seu orçamento hoje. A maioria das pessoas faz a seguinte conta: ganhos (-) gastos = lucro/prejuízo. “Não adianta esperar que, assim, sobre algum dinheiro ao final do mês para poupar”. As pessoas têm a tendência de gastar enquanto tiver dinheiro. É natural, mas é algo que tende a levar à frustração por não conseguir realizar os sonhos.
O especialista apresenta um novo cálculo: ganhos (-) sonhos (-) gastos. Dessa forma, não há lucro ou prejuízo, as contas batem e você estará priorizando seus objetivos e ajustando seu padrão de vida ao valor que sobrar.
Para isso, logo que receber o salário, já se deve retirar a quantia mensal necessária para a realização do sonho, colocando esse dinheiro na melhor opção de investimento de acordo com o prazo desse objetivo.

6- Pense no curto, médio e longo prazo

É importante que tenha pelo menos três sonhos ao mesmo tempo: um de curto prazo (a ser realizado em 2017 – ou nos próximos 12 meses – para adultos e no próximo mês para crianças), outro de médio prazo (entre um e 10 anos para adultos e entre um e seis meses para crianças) e um de longo prazo (a ser realizado a partir de 10 anos para adultos e a partir de seis meses para crianças).
“Veja que é muito mais uma questão de mudança de comportamento do que saber fazer contas ou ter que se privar de algo. Quando temos metas bem definidas em nossas vidas, poupar não se torna um martírio e sim um estilo de vida, que levará a muito mais realizações e conquistas”, afirma o educador financeiro.

Baixe um e-book gratuito sobre este tema no link http://info.dsop.com.br/ebook-comogas...

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Pare de fumar. Pela sua saúde e pelo seu bolso.

Resultado de imagem para pare de fumarO tabagismo é um problema mundial que traz enormes transtornos para a saúde pública e um grave impacto negativo economicamente falando.
Só no Brasil, estudos apontam que o governo apresenta um prejuízo financeiro que gira em torno de 56,9 bilhões de reais, sendo R$ 39,4 bilhões com custos médicos diretos e R$ 17,5 bilhões com custos indiretos, decorrentes da perda de produtividade, provocadas por morte prematura ou por incapacitação de trabalhadores.
Em 2015, o País arrecadou R$ 12,9 bilhões em impostos com a venda de cigarros, ou seja, a receita não cobriu as despesas, causando um saldo negativo de aproximadamente R$ 44 bilhões — quando se subtrai os gastos da saúde em relação aos valores arrecadados.
Vendo esses números, podemos imaginar o que poderia ser feito em benefício da sociedade com esse dinheiro? 
Agora, você fumante, já parou pra pensar quanto o cigarro custa ao longo da sua vida?
Quando levamos esse problema financeiro para o fumante, demonstramos na tabela abaixo, o quanto de dinheiro é desperdiçado para manter esse vício, sem levar em conta os futuros prejuízos  causados pro possíveis problemas de saúde e quanto esse dinheiro renderia se estivesse aplicado visando seu crescimento.
Para os cálculo abaixo, consideramos um preço médio de R$ 7,50 por maço de cigarro, já que os preços variam de R$ 6,50 a R$ 9,00 (em SP).


Consumo por dia
      dia
 semana
 mês
 ano
10 anos
20 anos
 40 anos
 1 cigarro
          0,38
          2,63
        11,25
         136,88
       1.368,75
       2.737,50
       5.475,00
 1/4 maço (5 cigarros)
          1,88
        13,13
        56,25
         684,38
       6.843,75
     13.687,50
     27.375,00
 meio maço  por dia (10 cigarros)
          3,75
        26,25
     112,50
     1.368,75
     13.687,50
     27.375,00
     54.750,00
um maço (20 cigarros)
          7,50
        52,50
     225,00
     2.737,50
     27.375,00
     54.750,00
   109.500,00
 um maço e meio (30 cigarros)
        11,25
        78,75
     337,50
     4.106,25
     41.062,50
     82.125,00
   164.250,00
 dois maços (40 cigarros)
        15,00
     105,00
     450,00
     5.475,00
     54.750,00
   109.500,00
   219.000,00
 três maços (60 cigarros)
        22,50
     157,50
     675,00
     8.212,50
     82.125,00
   164.250,00
   328.500,00
 quatro maços (80 cigarros)
        30,00
     210,00
     900,00
   10.950,00
   109.500,00
   219.000,00
   438.000,00


·         Planilha criada por Sandro Mattos – Prosperidade Pessoal e Financeira

Note que uma pessoa que fuma um maço de cigarro por dia, gasta ao longo de um ano, o montante de R$ 2.737,50, o que daria pra fazer, tranquilamente, uma gostosa viagem de férias, ou quem  sabe, comprar um notebook, um celular ou uma TV Smart.
Para quem fuma dois maços, ao longo de 5 anos daria pra comprar um carro semi-novo a vista.
Bom, a intenção da tabela é mostrar que o cigarro, além de diminuir sua vida biologicamente falando, ainda queima seus sonhos e seu futuro financeiro.

Além disso, parando de fumar, você ainda tem benefícios como:

• após 20 minutos sua pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal
• após 2 horas não tem mais nicotina no seu sangue
• após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se normaliza
• após 2 dias seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar já degusta a comida melhor
• após 3 semanas a respiração fica mais fácil e a circulação melhora
• após 5 A 10 anos o risco de sofrer infarto será igual ao de quem nunca fumou

Por isso, é importante parar um momento e refletir: “Será que vale à pena continuar fumando”?
Eu, particularmente acho que não. Mas cada um sabe o valor da sua vida e de seus sonhos.
Pare enquanto é tempo. Dê um basta nisso agora mesmo.
Quem não fuma,  curte mais a vida e se tiver educação financeira então, melhor ainda.

Boa sorte!

Sandro da Costa Mattos
Educador Financeiro