quinta-feira, 5 de abril de 2018

Tem coisas que não usa? DESAPEGA!

Um dos maiores vilões para esse índice alarmante de 61 milhões de brasileiros inadimplentes é o consumo inconsciente. Pior do que isso é ver, depois de alguns dias, meses ou anos, que aquilo que um dia você comprou, hoje não faz nenhum sentido na sua vida, ou seja, você não usa mais (se é que usou, pois a maioria das pessoas compram coisas que nunca irão usar).

Imagem relacionada
Mas não adianta chorar pelo leite derramado, então, ao invés de ficar se lastimando, arregace as mangas e vamos por as mãos-à-obra. 

Poderíamos apresentar várias maneiras de conseguir dinheiro e assim, ajudá-lo(a) a resolver ou diminuir seu problema, mas neste artigo destacarei apenas uma das orientações que passo àqueles que me procuram: porque não vender aquilo que não usa mais, ou ainda, que nunca foram usados? 

Com certeza você tem objetos, aparelhos eletrônicos, ferramentas, roupas, calçados, brinquedos e muitas outras coisas que ganhou ou até mesmo que comprou e que, com certeza, está só ocupando espaço na sua casa. 

Ora... Faça dinheiro com isso. 
Parado ele não vale nada, então, mesmo que receba um valor abaixo do mercado, é melhor do que não ter esse dinheiro em mãos, não é mesmo?

Mesmo que a inadimplência não seja seu problema, pare um minuto e reflita se esta prática não o(a) ajudará a realizar seus sonhos atuais mais rapidamente. Pode ser um caminho, certo? 

Claro que respeitamos tudo aquilo que tenha valor afetivo. Não venda nada que vai te fazer sofrer depois, mas, se você já está se sintonizando na "vibe" de desapego total, esse é o momento.

Não quer vender? Doe! Existe um imenso número de instituições filantrópicas que recebem doações de móveis, livros, roupas e toda e qualquer forma de "cacarecos" ou utensílios usados em bom estado, que poderão depois ser vendidos em seus bazares, ou até mesmo, utilizados no seu dia-a-dia.  

Outra sugestão é para quem precisando de algo e não tem o dinheiro pra comprar é possibilidade da troca. Pode ser que você esteja interessado em algo e outra pessoa que tem isso pra passar adiante precise exatamente daquilo que não te interessa mais.

Essa cultura da venda e troca de usados é muito comum em países desenvolvidos. Nos Estados Unidos as famílias chegam a fazer verdadeiros bazares nos quintais das casas para que a vizinhança venha comprar ou trocar aquilo que não é mais utilizado por eles.

E essa prática ajuda o bolso de quem vende, o bolso de quem compra, ajuda a natureza (aquele aparelho usado não vira lixo), e todo mundo fica feliz.

Agora é com você. Não espere mais.
Dê uma olhada no seu guarda roupa, no porão, sótão ou "quarto de bagunça" e faça a energia circular.

Boa sorte!

Sandro Mattos
Educador e Terapeuta Financeiro 



Viver com mais alegria

Imagem relacionada

Você se considera uma pessoa alegre?
Dessas que irradiam positividade, que sorriem com frequência, que estão sempre vendo o lado bom das coisas?
Caso você não seja, possivelmente conhece alguém assim.
Não falamos das pessoas exaltadas, exageradas, que gargalham por qualquer razão e que estampam sua suposta alegria mais na superfície do que no íntimo.
Não, não estamos nos referindo a essas pessoas.
Falamos das que possuem essa alegria discreta, pessoas sensatas, cordiais, elegantes e que iluminam suavemente os caminhos por onde passam.
Lembre de como essa pessoa é.
Lembre de como faz bem estar ao lado dela.
Ela exala um magnetismo encantador.
A alegria atrai, cativa e muda o mundo ao redor.
Muda também o universo de dentro, produzindo saúde, disposição e esperança.
Obviamente que, apenas se cercar de pessoas alegres não nos faz viver melhor ou virtuosos.
É necessário em primeiro lugar cultivar a alegria em nós.
Isso não significa estar isento de sofrer, não passar por momentos de tristeza, amargura e decepção. Todas essas experiências ainda são comuns e naturais, no mundo que habitamos.
Viver com mais alegria significa enxergar tudo isso com outros olhos.
Quem sabe enxergar a vida com o olhar da criança, vez ou outra, simplificando as coisas, não deixando tudo tão sério, tão complexo, tão duro.
Quem sabe enxergar a vida com a gratidão de quem sabe o quão importante é existir, não importando as condições.
O importante é estar.
O importante é ser.
Quem sabe enxergar a vida com aquilo que alguns chamam de bom humor.
Rir de si mesmo às vezes, deixando um pouco mais leve o que parece tão pesado.
 Quem sabe enxergar a vida através dos olhos da criação e perceber que tudo na natureza irradia alegria, não só o dia, mas a noite, não apenas o canto dos pássaros, mas também o silêncio das árvores.
E ainda, enxergar tudo isso como algo imenso, de um plano maior do qual fazemos parte de uma forma muito especial.
 Sentir a alegria de ser cocriador, de ser coautor, de ser criatura que não acaba nunca, mesmo que se multipliquem os séculos e se somem as eras.

* * *

Alegria é o cântico das horas com que Deus afaga a sua passagem no mundo.
Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com a música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra e o próprio grão de areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a lhe falar do chão.
Não permita, assim, que a sua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que você espera,erga os olhos para a face risonha da vida que o rodeia e alimente a alegria por onde você passe.
Abençoe e auxilie sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse para renovar-se diariamente, em festa de amor e luz.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Alegria, do livro Ideal Espírita, pelo Espírito Meimei, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. GEEM. Em 4.4.2018.